Folha Online/PX
A lista final de indicados para a Bola de Ouro, entregue pela revista "France Football" ao escolhido como o melhor jogador de futebol do ano, foi reduzida neste domingo. Dos 30 nomes indicados, apenas dez figuram na etapa final, que definirá o vencedor do prêmio. Kaká foi o único brasileiro que se manteve na disputa.
Na primeira lista, cinco brasileiros foram indicados: além do meia do Real Madrid, Júlio César e Maicon (Inter de Milão), Luís Fabiano (Sevilla) e Diego (Juventus) haviam sido escolhidos. O argentino Lionel Messi, do Barcelona, e o atual melhor jogador do mundo e vencedor do prêmio no ano passado, Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, são os favoritos.
A lista ainda conta com Zlatan Ibrahimovic, Andres Iniesta e Xavi, do Barcelona; Wayne Rooney, do Manchester United; Didier Drogba, do Chelsea; Samuel Eto'o, da Inter de Milão; e Steven Gerrard, do Liverpool.
O vencedor do prêmio será anunciado na próxima terça-feira.
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Além da goleada, Flu tem que aturar músicas sobre derrota na Libertadores
Torcida da LDU provocou o time tricolor: 'Jamais, jamais serão campeões'
Cahê Mota Quito, Equador
O Fluminense se preparou psicologicamente durante toda a semana para ignorar o passado e um possível sentimento de revanche na final da Copa Sul-Americana. Afinal, a equipe iniciaria uma nova decisão contra a LDU, algoz na Libertadores do ano passado.
Porém, antes mesmo de entrar em campo, os tricolores foram confrontados com a dolorosa derrota de 2008. Enquanto o time se aquecia, os cerca de 41 mil torcedores que estiveram no local iniciaram uma cantoria que durou os 90 minutos e culminou em festa e provocações após a goleada por 5 a 1.
Inflados por um vídeo exibido no telão, que exaltava a história do clube e citava, entre outras coisas, os "que os deixaram" com a imagem de Urrutia e "os que os prejudicaram" com o gol anulado de Bieler em 2008 no Maracanã, os “hinchas” não se cansavam de fazer referência a “La Copa”. Músicas com frases “(Flu) vê e não toca na Libertadores” e “jamais, jamais serão campeões, cariocas” faziam parte do repertório.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Estádio Casablanca lotado durante o jogo com a festa da torcida da LDU
Na entrada das equipes em campo, vaias evidentes para os tricolores e êxtase com os donos da casa. Assim como na decisão da Libertadores, a LDU buscou unir forças por todo o país e repetiu o lema “Vamos por ti, Equador”. Nem o gol-relâmpago de Marquinho calou os gritos de “Salve Los Albos”.
Cevallos no telão e no gogó
O desenho da partida só serviu para que os torcedores da Liga se empolgassem cada vez mais. A cada gol marcado por Mendéz, o Casablanca tremia, e o auge aconteceu no quarto tento, anotado pelo xodó Salas, que tinha acabado de entrar em campo. Foi a senha para que gritos de "olé" tomassem conta do local até o chute certeiro de De La Cruz. No telão, imagens do goleiro Cevallos na final da Libertadores 2008 - ele foi o herói do título equatoriano na decisão ao defender três pênaltis do Flu.
Com réplicas da Copa Sul-Americana nas mãos, a “hinchada” (torcida) equatoriana se divertiu ao término da partida e soltou a voz: “Liga campeón”. Para eles, o próprio estádio é apenas a entrada para o salão de festas chamado Maracanã. Resta ao Fluminense aproveitar a oportunidade e finalmente reescrever a história, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), quando acontece o jogo decisivo.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Torcedores exibem uma réplica do troféu da Copa Sul-Americana
Cahê Mota Quito, Equador
O Fluminense se preparou psicologicamente durante toda a semana para ignorar o passado e um possível sentimento de revanche na final da Copa Sul-Americana. Afinal, a equipe iniciaria uma nova decisão contra a LDU, algoz na Libertadores do ano passado.
Porém, antes mesmo de entrar em campo, os tricolores foram confrontados com a dolorosa derrota de 2008. Enquanto o time se aquecia, os cerca de 41 mil torcedores que estiveram no local iniciaram uma cantoria que durou os 90 minutos e culminou em festa e provocações após a goleada por 5 a 1.
Inflados por um vídeo exibido no telão, que exaltava a história do clube e citava, entre outras coisas, os "que os deixaram" com a imagem de Urrutia e "os que os prejudicaram" com o gol anulado de Bieler em 2008 no Maracanã, os “hinchas” não se cansavam de fazer referência a “La Copa”. Músicas com frases “(Flu) vê e não toca na Libertadores” e “jamais, jamais serão campeões, cariocas” faziam parte do repertório.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Estádio Casablanca lotado durante o jogo com a festa da torcida da LDU
Na entrada das equipes em campo, vaias evidentes para os tricolores e êxtase com os donos da casa. Assim como na decisão da Libertadores, a LDU buscou unir forças por todo o país e repetiu o lema “Vamos por ti, Equador”. Nem o gol-relâmpago de Marquinho calou os gritos de “Salve Los Albos”.
Cevallos no telão e no gogó
O desenho da partida só serviu para que os torcedores da Liga se empolgassem cada vez mais. A cada gol marcado por Mendéz, o Casablanca tremia, e o auge aconteceu no quarto tento, anotado pelo xodó Salas, que tinha acabado de entrar em campo. Foi a senha para que gritos de "olé" tomassem conta do local até o chute certeiro de De La Cruz. No telão, imagens do goleiro Cevallos na final da Libertadores 2008 - ele foi o herói do título equatoriano na decisão ao defender três pênaltis do Flu.
Com réplicas da Copa Sul-Americana nas mãos, a “hinchada” (torcida) equatoriana se divertiu ao término da partida e soltou a voz: “Liga campeón”. Para eles, o próprio estádio é apenas a entrada para o salão de festas chamado Maracanã. Resta ao Fluminense aproveitar a oportunidade e finalmente reescrever a história, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), quando acontece o jogo decisivo.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Torcedores exibem uma réplica do troféu da Copa Sul-Americana
domingo, 26 de abril de 2009
Button vence no Bahrein; Rubinho é 5º, e Massa não pontua
Se a Brawn GP não era favorita para vencer o GP do Bahrein neste domingo (26), Jenson Button contrariou as expectativas e obteve a sua terceira vitória em quatro corridas na temporada.
Vettel, da RBR, confirmou o bom momento que vive e foi o segundo.
Trulli, da Toyota, completou o pódio.
A McLaren mostrou reação no desenvolvimento do carro com o inglês Lewis Hamilton, quarto colocado. Já a Ferrari pontuou pela primeira vez no ano, com o sexto lugar de Kimi Raikönnen, que tocou Massa na largada e tirou a chance do brasileiro de brigar por pontos.
Após duas corridas disputadas debaixo de chuva intensa, o GP do Bahrein aconteceu sob sol e calor de 37º.
A expectativa em relação a algumas equipes era grande.
A Toyota mostrou bom desempenho nos treinos, fazendo a dobradinha, mas era a equipe mais leve da pista. A Ferrari buscava os primeiros pontos para não ter o pior início de sua história na Fórmula 1. E a Brawn GP não havia mostrado na classificação a sua força.
A largada e a primeira volta da corrida mostraram a cara da nova Fórmula 1. Não faltaram utrapassagens. Logo na primeira curva, Felipe Massa tentou forçar para cima de Barrichello, mas teve de recolher para não bater no compatriota e acabou tocado pelo companheiro Raikönnen, perdendo parte do aerofólio dianteiro.
O choque prejudicou o brasileiro. Perdendo posições na pista, Massa teve de fazer um pit stop forçado. Trocou o "bico", os pneus e colocou mais combustível, mudando a tática na corrida.
Mais leves, as Toyotas mantiveram as primeiras posições, mas com Glock em primeiro, e o pole, Trulli, em segundo, seguidos por Button, da Brawn, e Lewis Hamilton, que ganhou a quarta posição de Vettel.
Glock e Trulli, como o previsto, foram quem abriram a primeira rodada de pit stops no 11º giro. Assim, Button assumiu a ponta e conseguiu andar em ritmo de classificação para voltar à frente das Toyotas após deixar os boxes. Um dos mais pesados na pista, Vettel, da RBR, parou na 19ª volta e tentou voltar à frente de Button, mas sem sucesso.
A Ferrari, pela primeira vez no ano, desfrutou de duas voltas na liderança com Kimi Raikönnen, que tinha o carro mais pesado entre os oito primeiros colocados. Mas após a parada, o finlandês voltou em oitavo. Já Massa tentava uma corrida de recuperação, mas a diferença para a zona de pontuação era grande.
Rubens Barrichello era um dos pilotos mais rápidos na metade da corrida. Com o desempenho, o brasileiro dava mostras de que a Brawn poderia dominar mais uma prova na temporada. Mas uma parada não prevista deixou o brasileiro sem chances de pódio.
Sem ser ameaçado desde a metade da prova, Jenson Button conduziu sem problemas a sua Brawn para a terceira vitória no ano. Com a conquista, o inglês abriu uma vantagem ainda maior na liderança do Mundial de Pilotos, com 31 pontos.
André Medeiros
Especial para o BOL
Vettel, da RBR, confirmou o bom momento que vive e foi o segundo.
Trulli, da Toyota, completou o pódio.
A McLaren mostrou reação no desenvolvimento do carro com o inglês Lewis Hamilton, quarto colocado. Já a Ferrari pontuou pela primeira vez no ano, com o sexto lugar de Kimi Raikönnen, que tocou Massa na largada e tirou a chance do brasileiro de brigar por pontos.
Após duas corridas disputadas debaixo de chuva intensa, o GP do Bahrein aconteceu sob sol e calor de 37º.
A expectativa em relação a algumas equipes era grande.
A Toyota mostrou bom desempenho nos treinos, fazendo a dobradinha, mas era a equipe mais leve da pista. A Ferrari buscava os primeiros pontos para não ter o pior início de sua história na Fórmula 1. E a Brawn GP não havia mostrado na classificação a sua força.
A largada e a primeira volta da corrida mostraram a cara da nova Fórmula 1. Não faltaram utrapassagens. Logo na primeira curva, Felipe Massa tentou forçar para cima de Barrichello, mas teve de recolher para não bater no compatriota e acabou tocado pelo companheiro Raikönnen, perdendo parte do aerofólio dianteiro.
O choque prejudicou o brasileiro. Perdendo posições na pista, Massa teve de fazer um pit stop forçado. Trocou o "bico", os pneus e colocou mais combustível, mudando a tática na corrida.
Mais leves, as Toyotas mantiveram as primeiras posições, mas com Glock em primeiro, e o pole, Trulli, em segundo, seguidos por Button, da Brawn, e Lewis Hamilton, que ganhou a quarta posição de Vettel.
Glock e Trulli, como o previsto, foram quem abriram a primeira rodada de pit stops no 11º giro. Assim, Button assumiu a ponta e conseguiu andar em ritmo de classificação para voltar à frente das Toyotas após deixar os boxes. Um dos mais pesados na pista, Vettel, da RBR, parou na 19ª volta e tentou voltar à frente de Button, mas sem sucesso.
A Ferrari, pela primeira vez no ano, desfrutou de duas voltas na liderança com Kimi Raikönnen, que tinha o carro mais pesado entre os oito primeiros colocados. Mas após a parada, o finlandês voltou em oitavo. Já Massa tentava uma corrida de recuperação, mas a diferença para a zona de pontuação era grande.
Rubens Barrichello era um dos pilotos mais rápidos na metade da corrida. Com o desempenho, o brasileiro dava mostras de que a Brawn poderia dominar mais uma prova na temporada. Mas uma parada não prevista deixou o brasileiro sem chances de pódio.
Sem ser ameaçado desde a metade da prova, Jenson Button conduziu sem problemas a sua Brawn para a terceira vitória no ano. Com a conquista, o inglês abriu uma vantagem ainda maior na liderança do Mundial de Pilotos, com 31 pontos.
André Medeiros
Especial para o BOL
sábado, 25 de abril de 2009
Renault vê no GP do Bahrein um novo começo de ano

Fernando Alonso, da Renault
Equipe conta com dois carros com novos difusores, o que anima Briatore
A Renault encara o GP do Bahrein como um novo começo de temporada para ela. Agora ambos os pilotos têm novos difusores e maiores chances.
Flavio Briatore afirmou ao "Gazzetta dello Sport" acreditar no poder de recuperação de Fernando Alonso. O espanhol, segundo no grid de Xangai há uma semana, tem quatro pontos após três etapas.
"A temporada começa aqui. Estou falando sobre a Renault: temos esses novos difusores e poderemos tirar vantagem do Kers", disse o dirigente.
"É uma luta, mas Alonso é capaz de grandes recuperações. Na segunda parte da temporada passada, ele marcou mais pontos que qualquer um. Estou confiante."
No último treino livre em Sakhir, Nelsinho Piquet foi o sexto mais veloz.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Brasil será potência mundial também nos esportes, prevê secretário
Ivy Farias
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Para aumentar as chances de o Brasil obter mais medalhas nas próximas Olímpiadas, que serão realizadas em Londres, em 2012, o Ministério dos Esportes começa a pensar em um plano estratégico para incentivar a prática de esportes no país e identificar e formar novos talentos. "Acreditamos que, a partir da quantidade, sai a qualidade", avalia o secretário nacional de Esporte Educacional, Júlio Filgueira, que está envolvido na elaboração do projeto.
Filgueira acredita que o país já pode ser uma potência mundial do esporte a partir de 2012. "Vamos melhorar cada vez mais nosso desempenho", diz o secretário, que participou da 26º edição da Sports Business, feira de negócios de esportes, na tarde de hoje (3), em São Paulo.
Apesar de não ter nenhum plano estruturado para 2012 até o momento, o Ministério dos Esportes tem dialogado com o Comitê Olímpíco Brasileiro (COB) e o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) para, até o final do ano, criar programas de incentivo. "Vamos trabalhar também em parceria com o MEC para levar o esporte até as escolas", explica o secretário. Por enquanto, o Ministério dos Esportes não tem uma previsão de orçamento para destinar para os programas.
De acordo com Filgueira, investir no esporte e ajudar atletas a trazer medalhas só traz benefícios para a nação. "Quando a Maurren Maggi chega com uma medalha de ouro, ela inspira toda uma geração a praticar esportes, promovendo qualidade de vida e saúde." Para o secretário, não serão apenas os jovens atletas descobertos que serão os únicos beneficiários do programa: os esportistas que já estão competindo em eventos internacionais também terão mais retorno. "Os que estão na 'entresafra' já podem contar com o Bolsa Atleta, por exemplo", diz ele, sobre o programa que garante uma bolsa para atletas de alto desempenho que não tenham patrocínio.
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Para aumentar as chances de o Brasil obter mais medalhas nas próximas Olímpiadas, que serão realizadas em Londres, em 2012, o Ministério dos Esportes começa a pensar em um plano estratégico para incentivar a prática de esportes no país e identificar e formar novos talentos. "Acreditamos que, a partir da quantidade, sai a qualidade", avalia o secretário nacional de Esporte Educacional, Júlio Filgueira, que está envolvido na elaboração do projeto.
Filgueira acredita que o país já pode ser uma potência mundial do esporte a partir de 2012. "Vamos melhorar cada vez mais nosso desempenho", diz o secretário, que participou da 26º edição da Sports Business, feira de negócios de esportes, na tarde de hoje (3), em São Paulo.
Apesar de não ter nenhum plano estruturado para 2012 até o momento, o Ministério dos Esportes tem dialogado com o Comitê Olímpíco Brasileiro (COB) e o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) para, até o final do ano, criar programas de incentivo. "Vamos trabalhar também em parceria com o MEC para levar o esporte até as escolas", explica o secretário. Por enquanto, o Ministério dos Esportes não tem uma previsão de orçamento para destinar para os programas.
De acordo com Filgueira, investir no esporte e ajudar atletas a trazer medalhas só traz benefícios para a nação. "Quando a Maurren Maggi chega com uma medalha de ouro, ela inspira toda uma geração a praticar esportes, promovendo qualidade de vida e saúde." Para o secretário, não serão apenas os jovens atletas descobertos que serão os únicos beneficiários do programa: os esportistas que já estão competindo em eventos internacionais também terão mais retorno. "Os que estão na 'entresafra' já podem contar com o Bolsa Atleta, por exemplo", diz ele, sobre o programa que garante uma bolsa para atletas de alto desempenho que não tenham patrocínio.
domingo, 24 de agosto de 2008
Brasil: 23.º lugar no quadro de medalhas da Olimpíada
PEQUIM - A delegação brasileira encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos de Pequim na 23.ª colocação geral no quadro de medalhas. O País conquistou três ouros, quatro pratas e oito bronzes, 15 medalhas no total, mas estabeleceu marcas histórias para o esporte do país na competição.
A mais significativa delas foi a presença da primeira mulher brasileira a ocupar o lugar mais alto do pódio numa competição individual: Maurren Higa Maggi, que venceu o salto em distância com autoridade ao fazer uma marca de 7m04 logo em sua primeira tentativa.
Antes, a judoca Ketleyn Quadros ficou com o bronze na categoria leve e se tornou a primeira a subir ao pódio. Quem teve desempenho semelhante foi Natalia Falavigna, na categoria acima de 67 quilos do taekwondo, e a dupla formada por Fernanda Oliveira e Isabel Swan, na classe 470 da vela.
Outra medalha de ouro para as mulheres foi a do vôlei. Com uma campanha irretocável e apenas um set perdido durante toda a competição, as comandadas do técnico Zé Roberto Guimarães calaram as críticas pelas derrotas em Atenas 2004 e no Pan do Rio 2007, tornando-se as primeiras num esporte coletivo a levarem o ouro para o Brasil.
Com informações da Agência Estado
A mais significativa delas foi a presença da primeira mulher brasileira a ocupar o lugar mais alto do pódio numa competição individual: Maurren Higa Maggi, que venceu o salto em distância com autoridade ao fazer uma marca de 7m04 logo em sua primeira tentativa.
Antes, a judoca Ketleyn Quadros ficou com o bronze na categoria leve e se tornou a primeira a subir ao pódio. Quem teve desempenho semelhante foi Natalia Falavigna, na categoria acima de 67 quilos do taekwondo, e a dupla formada por Fernanda Oliveira e Isabel Swan, na classe 470 da vela.
Outra medalha de ouro para as mulheres foi a do vôlei. Com uma campanha irretocável e apenas um set perdido durante toda a competição, as comandadas do técnico Zé Roberto Guimarães calaram as críticas pelas derrotas em Atenas 2004 e no Pan do Rio 2007, tornando-se as primeiras num esporte coletivo a levarem o ouro para o Brasil.
Com informações da Agência Estado
Depois do ouro, confederação anuncia novo centro de treinamento de atletismo
Mylena Fiori
Enviada Especial
Pequim (China) - O Brasil em breve terá um novo centro de treinamento de atletismo. O anúncio foi feito neste sábado pelo presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Roberto Gesta, depois da conquista do ouro olímpico em salto a distância pela brasileira Maurren Maggi. O novo local de treinamento ficará em Bragança Paulista.
“Já estávamos estudando há algum tempo a possibilidade de até o final do ano se constituir um grande centro de treinamento, um dos melhores do mundo, que está praticamente sendo concluído, especialmente para saltos e velocidade. Queremos fazer disso um ponto de referência no mundo”, revelou Gesta.
Na avaliação de Gesta, a medalha de Maurren Maggi eleva o atletismo sul-americano a um novo patamar. “É um incentivo para as gerações que vêm, é a prova de que o atletismo feminino está subindo muito”, afirmou.
O técnico Nélio Moura frisou que, aos poucos, o Brasil está montando uma estrutura que favorece a obtenção de resultados como o de Maurren.
“O Brasil já é considerado uma referência em treinamento de saltos horizontais. Temos a possibilidade, agora, de crescer muito mais”, avaliou.
Segundo ele, o importante é ter mais lugares para treino e envolver um número muito maior de crianças no atletismo. “Tenho certeza de que com esse carisma da Maurren, ela vai ser capaz de ajudar a popularizar o atletismo no Brasil”, afirmou.
Acompanhe a cobertura olímpica multimídia da equipe da Empresa Brasil de Comunicação no site China 2008.
Enviada Especial
Pequim (China) - O Brasil em breve terá um novo centro de treinamento de atletismo. O anúncio foi feito neste sábado pelo presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Roberto Gesta, depois da conquista do ouro olímpico em salto a distância pela brasileira Maurren Maggi. O novo local de treinamento ficará em Bragança Paulista.
“Já estávamos estudando há algum tempo a possibilidade de até o final do ano se constituir um grande centro de treinamento, um dos melhores do mundo, que está praticamente sendo concluído, especialmente para saltos e velocidade. Queremos fazer disso um ponto de referência no mundo”, revelou Gesta.
Na avaliação de Gesta, a medalha de Maurren Maggi eleva o atletismo sul-americano a um novo patamar. “É um incentivo para as gerações que vêm, é a prova de que o atletismo feminino está subindo muito”, afirmou.
O técnico Nélio Moura frisou que, aos poucos, o Brasil está montando uma estrutura que favorece a obtenção de resultados como o de Maurren.
“O Brasil já é considerado uma referência em treinamento de saltos horizontais. Temos a possibilidade, agora, de crescer muito mais”, avaliou.
Segundo ele, o importante é ter mais lugares para treino e envolver um número muito maior de crianças no atletismo. “Tenho certeza de que com esse carisma da Maurren, ela vai ser capaz de ajudar a popularizar o atletismo no Brasil”, afirmou.
Acompanhe a cobertura olímpica multimídia da equipe da Empresa Brasil de Comunicação no site China 2008.
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