Prefeitura Municipal de Santa Gertrudes
O Campeonato Brasileiro, que já estava imprevisível quanto ao título e às vagas na Copa Libertadores da próxima temporada, tornou-se um dos mais disputados dos últimos tempos, com o anúncio de que a competição dará lugar também ao quarto colocado no torneio internacional.
Se um clube brasileiro não for campeão da Copa Sul-Americana desta temporada, o Brasileirão dará quatro vagas a clubes brasileiros na Libertadores. A decisão da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) colocou o Vasco, 11º colocado, de volta na briga por uma vaga, além de ter aumentado as chances de Atlético-PR, Grêmio, Botafogo, São Paulo e Palmeiras.
Diante da vaga extra, os clubes já demonstram ânimo para as próximas partidas. O palmeirense Marcos Assunção lembrou que o Verdão não pode desperdiçar a chance de disputar a Libertadores de 2011.
- É claro que seria frustrante [não classificar para a Libertadores]. Temos duas opções [Brasileirão e Sul-Americana] e, se não nos classificarmos, será uma coisa muito ruim para o grupo e para os jogadores.
O Atlético-PR, que seria o quarto clube classificado caso a competição terminasse nesta terça-feira (19), também voltou suas atenções para a competição continental. O gerente de futebol do clube, Ocimar Bolicenho, elogiou a vitória brasileira na disputa com outros países sul-americanos.
- O futebol comemora o bom senso da Conmebol em não fazer uma alteração da regra do Campeonato Brasileiro em andamento... Para melhor satisfação nossa, a Conmebol devolveu ao G-4 a possibilidade de classificação em uma rodada em que justamente o Atlético seria o quarto time classificado.
No Vasco, vários jogadores mostraram ânimo com a mudança de regra. Entre eles, o meio-campista Felipe Bastos.
- Fiquei sabendo há pouco da notícia e gostei muito de saber que a Conmebol voltou atrás da decisão de tirar uma vaga brasileira da Libertadores. Acredito que essa mudança motivará mais ainda os clubes que estão lutando para isso, e não será diferente com o Vasco. Vamos em busca desse objetivo, pois seria um desfecho excelente para nosso time no Brasileiro.
O são-paulino Rogério Ceni mostrou menos otimismo, mas o capitão pode estar apenas usando uma estratégia para tirar a pressão do time.
- Acho que um time brasileiro ganhará a Sul-Americana, por tudo que estou vendo e pelos jogos que assisti. Dificilmente um time brasileiro não sairá campeão da competição. Acho que Palmeiras e Atlético-MG são o que têm mais possibilidades de conquistar o título... Não adianta ficar pensando ainda em G-4, é hora de pensar no Ceará. Se conseguirmos uma vitória, teremos uma perspectiva futura melhor. Tomara que no final do campeonato a gente esteja no grupo que vai para a Libertadores.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Seleção brasileira derrota a Ucrânia e segue 100%
A nova seleção brasileira, sob o comando do técnico Mano Menezes, segue com 100% de aproveitamento. Ontem (11), o Brasil derrotou a Ucrânia por 2 a 0, no Estádio Pride Park, em Derby, na Inglaterra, e conquistou a sua terceira vitória seguida desde a Copa do Mundo na África do Sul, após ter superado os Estados Unidos (2 a 0) e o Irã (3 a 0).
Foi o primeiro duelo na história do Brasil com a Ucrânia, que não contou com seu maior astro - o atacante Shevchenko, contundido, assistiu ao jogo do banco de reservas. Ao contrário do que fez nos dois primeiros amistosos, Mano Menezes adotou uma formação mais cautelosa, trocando o 4-3-3 pelo 4-4-2 - o meia Elias entrou no lugar do atacante Philippe Coutinho.
Assim, o Brasil fez um primeiro tempo taticamente quase perfeito em Derby, com Robinho aberto na esquerda, Alexandre Pato centralizado e Carlos Eduardo na direita, enquanto Elias e Ramires chegavam de trás. O time teve muito mais posse de bola, marcou sob pressão e ofereceu poucos espaços.
A primeira chance veio aos 9 minutos, quando Daniel Alves recebeu na área e pegou mal na bola ao tentar encobrir o goleiro. O gol saiu logo na segunda jogada por ali: após roubada de bola de Elias, Robinho recebeu na esquerda e cruzou do outro lado para Daniel bater de primeira, fazendo 1 a 0 aos 24.
O Brasil teve outras duas grandes oportunidades de fechar o primeiro tempo com maior vantagem. Após escanteio, Thiago Silva escorou para David Luiz bater de esquerda, com perigo. Depois, Alexandre Pato interceptou passe errado de Tymoshchuk, cortou o zagueiro e bateu na trave. No rebote, Carlos Eduardo, com o goleiro caído, finalizou por cima do gol.
A Ucrânia voltou melhor do intervalo e quase empatou o jogo aos 5 minutos, quando Rotan recebeu na entrada da área e bateu na trave direita de Victor. O Brasil ampliou numa de suas poucas chegadas no segundo tempo. Aos 18, Carlos Eduardo cruzou para Pato girar sobre a zaga e bater firme para o gol: 2 a 0.
Mano Menezes aproveitou o final do jogo para fazer muitas alterações no time e testar novos jogadores, o que descaracterizou a seleção. (Agência Estado)
Foi o primeiro duelo na história do Brasil com a Ucrânia, que não contou com seu maior astro - o atacante Shevchenko, contundido, assistiu ao jogo do banco de reservas. Ao contrário do que fez nos dois primeiros amistosos, Mano Menezes adotou uma formação mais cautelosa, trocando o 4-3-3 pelo 4-4-2 - o meia Elias entrou no lugar do atacante Philippe Coutinho.
Assim, o Brasil fez um primeiro tempo taticamente quase perfeito em Derby, com Robinho aberto na esquerda, Alexandre Pato centralizado e Carlos Eduardo na direita, enquanto Elias e Ramires chegavam de trás. O time teve muito mais posse de bola, marcou sob pressão e ofereceu poucos espaços.
A primeira chance veio aos 9 minutos, quando Daniel Alves recebeu na área e pegou mal na bola ao tentar encobrir o goleiro. O gol saiu logo na segunda jogada por ali: após roubada de bola de Elias, Robinho recebeu na esquerda e cruzou do outro lado para Daniel bater de primeira, fazendo 1 a 0 aos 24.
O Brasil teve outras duas grandes oportunidades de fechar o primeiro tempo com maior vantagem. Após escanteio, Thiago Silva escorou para David Luiz bater de esquerda, com perigo. Depois, Alexandre Pato interceptou passe errado de Tymoshchuk, cortou o zagueiro e bateu na trave. No rebote, Carlos Eduardo, com o goleiro caído, finalizou por cima do gol.
A Ucrânia voltou melhor do intervalo e quase empatou o jogo aos 5 minutos, quando Rotan recebeu na entrada da área e bateu na trave direita de Victor. O Brasil ampliou numa de suas poucas chegadas no segundo tempo. Aos 18, Carlos Eduardo cruzou para Pato girar sobre a zaga e bater firme para o gol: 2 a 0.
Mano Menezes aproveitou o final do jogo para fazer muitas alterações no time e testar novos jogadores, o que descaracterizou a seleção. (Agência Estado)
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Edson Paim Notícias e Google News no Painel de Blogs
Em cada um dos Blogs que integram o Painel do Paim, o maior aglomerado de Blogs do Planeta, uma parceria com o Google, você encontrará o LINK de Edson Paim Notícias (http://www.edsonpaim.com.br/)
Este LINK está situado ao lado direito da página, logo abaixo do LINK do Google.
Clicando nestes dois LINKS, você poderá ler, a qualquer hora, as Notícias do dia, do Brasil e do Mundo, independentemente da data da última postagem deste Blog.
CONFIRA!
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domingo, 29 de novembro de 2009
Kaká fica entre os dez finalistas da Bola de Ouro
Folha Online/PX
A lista final de indicados para a Bola de Ouro, entregue pela revista "France Football" ao escolhido como o melhor jogador de futebol do ano, foi reduzida neste domingo. Dos 30 nomes indicados, apenas dez figuram na etapa final, que definirá o vencedor do prêmio. Kaká foi o único brasileiro que se manteve na disputa.
Na primeira lista, cinco brasileiros foram indicados: além do meia do Real Madrid, Júlio César e Maicon (Inter de Milão), Luís Fabiano (Sevilla) e Diego (Juventus) haviam sido escolhidos. O argentino Lionel Messi, do Barcelona, e o atual melhor jogador do mundo e vencedor do prêmio no ano passado, Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, são os favoritos.
A lista ainda conta com Zlatan Ibrahimovic, Andres Iniesta e Xavi, do Barcelona; Wayne Rooney, do Manchester United; Didier Drogba, do Chelsea; Samuel Eto'o, da Inter de Milão; e Steven Gerrard, do Liverpool.
O vencedor do prêmio será anunciado na próxima terça-feira.
A lista final de indicados para a Bola de Ouro, entregue pela revista "France Football" ao escolhido como o melhor jogador de futebol do ano, foi reduzida neste domingo. Dos 30 nomes indicados, apenas dez figuram na etapa final, que definirá o vencedor do prêmio. Kaká foi o único brasileiro que se manteve na disputa.
Na primeira lista, cinco brasileiros foram indicados: além do meia do Real Madrid, Júlio César e Maicon (Inter de Milão), Luís Fabiano (Sevilla) e Diego (Juventus) haviam sido escolhidos. O argentino Lionel Messi, do Barcelona, e o atual melhor jogador do mundo e vencedor do prêmio no ano passado, Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, são os favoritos.
A lista ainda conta com Zlatan Ibrahimovic, Andres Iniesta e Xavi, do Barcelona; Wayne Rooney, do Manchester United; Didier Drogba, do Chelsea; Samuel Eto'o, da Inter de Milão; e Steven Gerrard, do Liverpool.
O vencedor do prêmio será anunciado na próxima terça-feira.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Além da goleada, Flu tem que aturar músicas sobre derrota na Libertadores
Torcida da LDU provocou o time tricolor: 'Jamais, jamais serão campeões'
Cahê Mota Quito, Equador
O Fluminense se preparou psicologicamente durante toda a semana para ignorar o passado e um possível sentimento de revanche na final da Copa Sul-Americana. Afinal, a equipe iniciaria uma nova decisão contra a LDU, algoz na Libertadores do ano passado.
Porém, antes mesmo de entrar em campo, os tricolores foram confrontados com a dolorosa derrota de 2008. Enquanto o time se aquecia, os cerca de 41 mil torcedores que estiveram no local iniciaram uma cantoria que durou os 90 minutos e culminou em festa e provocações após a goleada por 5 a 1.
Inflados por um vídeo exibido no telão, que exaltava a história do clube e citava, entre outras coisas, os "que os deixaram" com a imagem de Urrutia e "os que os prejudicaram" com o gol anulado de Bieler em 2008 no Maracanã, os “hinchas” não se cansavam de fazer referência a “La Copa”. Músicas com frases “(Flu) vê e não toca na Libertadores” e “jamais, jamais serão campeões, cariocas” faziam parte do repertório.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Estádio Casablanca lotado durante o jogo com a festa da torcida da LDU
Na entrada das equipes em campo, vaias evidentes para os tricolores e êxtase com os donos da casa. Assim como na decisão da Libertadores, a LDU buscou unir forças por todo o país e repetiu o lema “Vamos por ti, Equador”. Nem o gol-relâmpago de Marquinho calou os gritos de “Salve Los Albos”.
Cevallos no telão e no gogó
O desenho da partida só serviu para que os torcedores da Liga se empolgassem cada vez mais. A cada gol marcado por Mendéz, o Casablanca tremia, e o auge aconteceu no quarto tento, anotado pelo xodó Salas, que tinha acabado de entrar em campo. Foi a senha para que gritos de "olé" tomassem conta do local até o chute certeiro de De La Cruz. No telão, imagens do goleiro Cevallos na final da Libertadores 2008 - ele foi o herói do título equatoriano na decisão ao defender três pênaltis do Flu.
Com réplicas da Copa Sul-Americana nas mãos, a “hinchada” (torcida) equatoriana se divertiu ao término da partida e soltou a voz: “Liga campeón”. Para eles, o próprio estádio é apenas a entrada para o salão de festas chamado Maracanã. Resta ao Fluminense aproveitar a oportunidade e finalmente reescrever a história, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), quando acontece o jogo decisivo.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Torcedores exibem uma réplica do troféu da Copa Sul-Americana
Cahê Mota Quito, Equador
O Fluminense se preparou psicologicamente durante toda a semana para ignorar o passado e um possível sentimento de revanche na final da Copa Sul-Americana. Afinal, a equipe iniciaria uma nova decisão contra a LDU, algoz na Libertadores do ano passado.
Porém, antes mesmo de entrar em campo, os tricolores foram confrontados com a dolorosa derrota de 2008. Enquanto o time se aquecia, os cerca de 41 mil torcedores que estiveram no local iniciaram uma cantoria que durou os 90 minutos e culminou em festa e provocações após a goleada por 5 a 1.
Inflados por um vídeo exibido no telão, que exaltava a história do clube e citava, entre outras coisas, os "que os deixaram" com a imagem de Urrutia e "os que os prejudicaram" com o gol anulado de Bieler em 2008 no Maracanã, os “hinchas” não se cansavam de fazer referência a “La Copa”. Músicas com frases “(Flu) vê e não toca na Libertadores” e “jamais, jamais serão campeões, cariocas” faziam parte do repertório.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Estádio Casablanca lotado durante o jogo com a festa da torcida da LDU
Na entrada das equipes em campo, vaias evidentes para os tricolores e êxtase com os donos da casa. Assim como na decisão da Libertadores, a LDU buscou unir forças por todo o país e repetiu o lema “Vamos por ti, Equador”. Nem o gol-relâmpago de Marquinho calou os gritos de “Salve Los Albos”.
Cevallos no telão e no gogó
O desenho da partida só serviu para que os torcedores da Liga se empolgassem cada vez mais. A cada gol marcado por Mendéz, o Casablanca tremia, e o auge aconteceu no quarto tento, anotado pelo xodó Salas, que tinha acabado de entrar em campo. Foi a senha para que gritos de "olé" tomassem conta do local até o chute certeiro de De La Cruz. No telão, imagens do goleiro Cevallos na final da Libertadores 2008 - ele foi o herói do título equatoriano na decisão ao defender três pênaltis do Flu.
Com réplicas da Copa Sul-Americana nas mãos, a “hinchada” (torcida) equatoriana se divertiu ao término da partida e soltou a voz: “Liga campeón”. Para eles, o próprio estádio é apenas a entrada para o salão de festas chamado Maracanã. Resta ao Fluminense aproveitar a oportunidade e finalmente reescrever a história, quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), quando acontece o jogo decisivo.
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Torcedores exibem uma réplica do troféu da Copa Sul-Americana
domingo, 26 de abril de 2009
Button vence no Bahrein; Rubinho é 5º, e Massa não pontua
Se a Brawn GP não era favorita para vencer o GP do Bahrein neste domingo (26), Jenson Button contrariou as expectativas e obteve a sua terceira vitória em quatro corridas na temporada.
Vettel, da RBR, confirmou o bom momento que vive e foi o segundo.
Trulli, da Toyota, completou o pódio.
A McLaren mostrou reação no desenvolvimento do carro com o inglês Lewis Hamilton, quarto colocado. Já a Ferrari pontuou pela primeira vez no ano, com o sexto lugar de Kimi Raikönnen, que tocou Massa na largada e tirou a chance do brasileiro de brigar por pontos.
Após duas corridas disputadas debaixo de chuva intensa, o GP do Bahrein aconteceu sob sol e calor de 37º.
A expectativa em relação a algumas equipes era grande.
A Toyota mostrou bom desempenho nos treinos, fazendo a dobradinha, mas era a equipe mais leve da pista. A Ferrari buscava os primeiros pontos para não ter o pior início de sua história na Fórmula 1. E a Brawn GP não havia mostrado na classificação a sua força.
A largada e a primeira volta da corrida mostraram a cara da nova Fórmula 1. Não faltaram utrapassagens. Logo na primeira curva, Felipe Massa tentou forçar para cima de Barrichello, mas teve de recolher para não bater no compatriota e acabou tocado pelo companheiro Raikönnen, perdendo parte do aerofólio dianteiro.
O choque prejudicou o brasileiro. Perdendo posições na pista, Massa teve de fazer um pit stop forçado. Trocou o "bico", os pneus e colocou mais combustível, mudando a tática na corrida.
Mais leves, as Toyotas mantiveram as primeiras posições, mas com Glock em primeiro, e o pole, Trulli, em segundo, seguidos por Button, da Brawn, e Lewis Hamilton, que ganhou a quarta posição de Vettel.
Glock e Trulli, como o previsto, foram quem abriram a primeira rodada de pit stops no 11º giro. Assim, Button assumiu a ponta e conseguiu andar em ritmo de classificação para voltar à frente das Toyotas após deixar os boxes. Um dos mais pesados na pista, Vettel, da RBR, parou na 19ª volta e tentou voltar à frente de Button, mas sem sucesso.
A Ferrari, pela primeira vez no ano, desfrutou de duas voltas na liderança com Kimi Raikönnen, que tinha o carro mais pesado entre os oito primeiros colocados. Mas após a parada, o finlandês voltou em oitavo. Já Massa tentava uma corrida de recuperação, mas a diferença para a zona de pontuação era grande.
Rubens Barrichello era um dos pilotos mais rápidos na metade da corrida. Com o desempenho, o brasileiro dava mostras de que a Brawn poderia dominar mais uma prova na temporada. Mas uma parada não prevista deixou o brasileiro sem chances de pódio.
Sem ser ameaçado desde a metade da prova, Jenson Button conduziu sem problemas a sua Brawn para a terceira vitória no ano. Com a conquista, o inglês abriu uma vantagem ainda maior na liderança do Mundial de Pilotos, com 31 pontos.
André Medeiros
Especial para o BOL
Vettel, da RBR, confirmou o bom momento que vive e foi o segundo.
Trulli, da Toyota, completou o pódio.
A McLaren mostrou reação no desenvolvimento do carro com o inglês Lewis Hamilton, quarto colocado. Já a Ferrari pontuou pela primeira vez no ano, com o sexto lugar de Kimi Raikönnen, que tocou Massa na largada e tirou a chance do brasileiro de brigar por pontos.
Após duas corridas disputadas debaixo de chuva intensa, o GP do Bahrein aconteceu sob sol e calor de 37º.
A expectativa em relação a algumas equipes era grande.
A Toyota mostrou bom desempenho nos treinos, fazendo a dobradinha, mas era a equipe mais leve da pista. A Ferrari buscava os primeiros pontos para não ter o pior início de sua história na Fórmula 1. E a Brawn GP não havia mostrado na classificação a sua força.
A largada e a primeira volta da corrida mostraram a cara da nova Fórmula 1. Não faltaram utrapassagens. Logo na primeira curva, Felipe Massa tentou forçar para cima de Barrichello, mas teve de recolher para não bater no compatriota e acabou tocado pelo companheiro Raikönnen, perdendo parte do aerofólio dianteiro.
O choque prejudicou o brasileiro. Perdendo posições na pista, Massa teve de fazer um pit stop forçado. Trocou o "bico", os pneus e colocou mais combustível, mudando a tática na corrida.
Mais leves, as Toyotas mantiveram as primeiras posições, mas com Glock em primeiro, e o pole, Trulli, em segundo, seguidos por Button, da Brawn, e Lewis Hamilton, que ganhou a quarta posição de Vettel.
Glock e Trulli, como o previsto, foram quem abriram a primeira rodada de pit stops no 11º giro. Assim, Button assumiu a ponta e conseguiu andar em ritmo de classificação para voltar à frente das Toyotas após deixar os boxes. Um dos mais pesados na pista, Vettel, da RBR, parou na 19ª volta e tentou voltar à frente de Button, mas sem sucesso.
A Ferrari, pela primeira vez no ano, desfrutou de duas voltas na liderança com Kimi Raikönnen, que tinha o carro mais pesado entre os oito primeiros colocados. Mas após a parada, o finlandês voltou em oitavo. Já Massa tentava uma corrida de recuperação, mas a diferença para a zona de pontuação era grande.
Rubens Barrichello era um dos pilotos mais rápidos na metade da corrida. Com o desempenho, o brasileiro dava mostras de que a Brawn poderia dominar mais uma prova na temporada. Mas uma parada não prevista deixou o brasileiro sem chances de pódio.
Sem ser ameaçado desde a metade da prova, Jenson Button conduziu sem problemas a sua Brawn para a terceira vitória no ano. Com a conquista, o inglês abriu uma vantagem ainda maior na liderança do Mundial de Pilotos, com 31 pontos.
André Medeiros
Especial para o BOL
sábado, 25 de abril de 2009
Renault vê no GP do Bahrein um novo começo de ano

Fernando Alonso, da Renault
Equipe conta com dois carros com novos difusores, o que anima Briatore
A Renault encara o GP do Bahrein como um novo começo de temporada para ela. Agora ambos os pilotos têm novos difusores e maiores chances.
Flavio Briatore afirmou ao "Gazzetta dello Sport" acreditar no poder de recuperação de Fernando Alonso. O espanhol, segundo no grid de Xangai há uma semana, tem quatro pontos após três etapas.
"A temporada começa aqui. Estou falando sobre a Renault: temos esses novos difusores e poderemos tirar vantagem do Kers", disse o dirigente.
"É uma luta, mas Alonso é capaz de grandes recuperações. Na segunda parte da temporada passada, ele marcou mais pontos que qualquer um. Estou confiante."
No último treino livre em Sakhir, Nelsinho Piquet foi o sexto mais veloz.
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